O pequeno é o novo grande. A antítese da frase resume a explicação de como e por que os pequenos negócios têm se tornando uma ameaça aos grandes. Dentro do contexto das operadoras, grandes empresas atendem aos mercados de massa, concentrados em grandes cidades. Mas e a demanda das pequenas cidades? Os pequenos e locais, estão se tornando uma ameaça cada vez “maior” aos gigantes do mercado.

PEQUENOS PROVEDORES E A FIBRA ÓPTICA

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) realizou no dia 5 de julho deste ano (2017) o Seminário “Conecta Brasil” sobre o mercado de provedores regionais de banda larga fixa.  Neste seminário foi destacado o fato de que os pequenos provedores de acesso a internet são a principal força para o crescimento do mercado de telecomunicações, liderando o investimento em fibras ópticas e superando até mesmo as grandes operadoras.

“Os pequenos têm mais de 16% da sua infraestrutura em fibra, enquanto nos grandes ela não passa de 7%”, destacou o presidente da Anatel, Aníbal Diniz, ao abrir o “Conecta Brasil”. Ele também destacou que os maiores investimentos, em termos proporcionais, vêm dos provedores regionais, que ocupam fatia cada vez maior no mercado de provimento de acesso. “Eles tinham 10% do mercado em 2010, hoje são 15%. Estamos falando de 6 mil provedores atendendo a mais de 4 milhões de pessoas, um crescimento expressivo dos 2,5 milhões de três anos atrás”, afirmou Diniz.

PROVEDORES REGIONAIS E A FIBRA ÓPTICA

O mercado de banda larga fixa cresceu nos últimos anos e muito dessa expansão deve ser creditada aos pequenos provedores que atuam de forma regional, que estão levando o acesso à internet para todo o Brasil através do investimento em fibra óptica. É também uma oportunidade de novos negócios, e em tempos de crise na economia brasileira, é importante a diminuição dos custos já existentes para os ISPs.

“De cada cinco novas residências, quatro estão sendo atendidas por provedores regionais. E 73% desses operadores atendem até 1 mil assinantes, sinal de que a multiplicação dos pequenos faz diferença no setor. Em estados do Nordeste e do Sul, a participação é significativa. Em 30% dos municípios do Nordeste os pequenos são os principais fornecedores de internet de alta velocidade, sendo que 80% dos provedores regionais estão em municípios com menos de 30 mil habitantes. No geral dos municípios desse porte, a participação dos pequenos é 38% em média”, afirmou Diniz.

EQUIPAMENTOS PARA OS ISP

A cadeia de comercialização de equipamentos de rede é complexa e envolve uma série de tributações na importação, além de padrões técnicos previamente definidos pelo governo brasileiro.

A Fibracem, como uma das grandes fornecedoras de equipamentos para os pequenos provedores ,  desenvolve e produz equipamentos com tecnologia de ponta, homologados pela Anatel, a preços acessíveis, oferecendo suporte desde o momento da instalação até o uso diário do mesmo.

E é devido a isto que a Fibracem não para de crescer.  Já falamos sobre isto em um texto anterior (O Ano da Guinada): em 2015 a empresa lançou 8 produtos em 4 categorias diferentes. Em 2016, foram lançados 7 produtos diferentes, entre eles IP Cabo Híbrido, o primeiro cabo híbrido produzido totalmente no Brasil, que une transmissão de dados e alimentação elétrica. Em 2017 a previsão é de que sejam desenvolvidos mais 6 produtos, sendo que 3 produtos já foram lançados no primeiro semestre de 2017 (O Tubo de Emenda Óptica para Cabo FTTH, PTO F01 e a Caixa Terminal Óptica NAP CV). Para o 2º semestre estão previstos 2 novos produtos na categoria Conjunto de Emenda óptica e 1 produto para a categoria Cabos Ópticos.

Conheça o portfólio de produtos de fabricação nacional da Fibracem: http://www.fibracem.com.br/produtos-2/

Fontes:

Anatel

Convergência Digital